sexta-feira, 14 de outubro de 2016

702 anos da morte de Jacques De Molay

O Grão-Mestre Dom Fernando e o Gran Prior Albino Neves
O Grão-Mestre Dom Fernando
A Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão, fundada 1.118, em Jerusalém, por Hugo de Payens, se estabeleceu nos escombros do Templo de Salomão, cedido pelo rei de Jerusalém, Balduíno II, vindo daí o nome de Ordem dos Cavaleiros Templários.
Durante nove anos, seus membros, nove Cavaleiros, dedicaram-se a escavar os escombros do Templo, onde teriam descoberto importantes achados ligados ao velho e ao novo testamento, relíquias que muitos desconhecem. Ao

Guimarães, terra onde nasceu
Portugal, governada pelo rei Templário
Dom Afonso Henrique
longo de sua existência a Ordem adquiriu outras tantas relíquias e muitas terras, muitas delas a preço muito maior do que valia, por se tratarem de terras sagradas, afim de resguarda-las da violação por parte dos profanos. Em algumas, foram construídas diversas Catedrais Góticas da Europa.
Desde aquele tempo os segredos da Ordem sempre foram transmitidos a alguns de seus membros, os quais são criteriosamente selecionados e indicados pelas forças ocultas que “não tem rostos, nem nomes” e é isso que garante que tais segredos não caiam em mãos erradas. Lembremos que o mesmo ocorre com o Evangelho Primitivo do Cristo, que é repassado oralmente desde que o Cristo esteve na Terra.

Tomar, terra  fundada pelo
Mestre Templário Galdin Paes
Ainda hoje, muitos dos que se dizem Templários acreditam que por conhecerem determinados “ritos, palavras e formas de condução de trabalhos” conhecem os segredos da Ordem, no entanto, ao longo dos séculos, todo o mistério se oculta aos olhos dos profanos e dos traidores do Templo. Não é por acaso que Jesus Cristo foi bem claro ao afirmar: “digo meus mistérios, aos que são dignos dos mistérios”. Quem tem ouvidos para ouvir que ouça e quem tem olhos que veja.
Bernardo de Clairvaux, fundador da Ordem Cirtecense, foi o patrono dos Templários e quem escreveu suas regras.

Dom Fernando recebendo o estandarte
do Gran Prirorato Templário do Brasil
Cavalaria Espiritual São João Batista
No início do século XIII as cruzadas haviam terminado. A Ordem estava devidamente estruturada espiritualmente para a construção de “um novo céu e uma nova terra”. Os dogmas da Igreja deformados para assegurar seu poderio na Idade Média. Por tanto, nada mais oportuno do que a “dissolução pública” da Ordem, para que esta não viesse a perder a sua razão de ser e existir, se transformando em uma instituição como outras tantas, que perderam suas identidades e características ao longo do tempo.
Instalada em todo o Continente
 Castelo Templário da Ordem do
Cristo,  Tomar, Portugal
Europeu, com uma teia de informação das mais poderosas da Idade Média, tornasse difícil acreditar que a Ordem não soubesse da trama do rei Filipe IV, o Belo, bem como que o Papa Clemente V não viesse a ceder às pressões do rei, em sua ganância de se apossar das riquezas da Ordem. Isso se torna mais claro, pelo fato de que apenas os bens imóveis foram confiscados, enquanto que os bens móveis, relíquias, tesouros etc. nunca foram encontrados, pois foram retirados antes do confisco. Além do mais,
Mestre do Templo Robin Griffitth Jones -
Church Templi, Londres
mesmo com a “omissão” do Papa ele tratou de garantir em documento oficial a inocência dos Templários das acusações feitas pelo rei para se apossar dos bens da Ordem, conforme está devidamente assinalado nos documentos de Chinon, encontrados nos Arquivos do Vaticano pela pesquisadora Bárbara Frale.
Em 18 de outubro de 1307 deu-se início a infâmia contra os Templários  que em 18 de março de 1314, há 702 anos passados, levou o Grão-Mestre Jacques DeMolay, Godofredo de Charney e outros Templários a serem queimados vivos diante da Catedral de Notre Dame fato que possui um duplo sentido.
Tumbas de Templários ~Portugal
Na ocasião em que o Grão-Mestre estava sendo queimado na fogueira da Inquisição, lançou um anátema ao "Papa Clemente V, ao cavaleiro Guilherme de Nogaret e ao Rei Felipe, o Belo convocando-os a comparecerem dentro de um ano diante do Tribunal divino para receberem o justo castigo. Antes do prazo estabelecido, todos estavam mortos!
Charola do Castelo Templário de Tomar
Em Portugal, o rei D. Dinis não aceitou as acusações e acolheu a Ordem, fundando a Ordem de Cristo onde muitos Templários foram acolhidos, contribuindo para a formação da Escola de Sagres e dos descobrimentos. Também na Inglaterra o rei Eduardo II, proclamou a inocência da Ordem, sendo os Templários acolhidos na Inglaterra, Escócia e Irlanda em monastérios e abadias.
O Concílio de Salamanca, na Espanha, declarou que os acusados eram inocentes.

Dolmo da Rocha - Jerusalém, local onde 
nasceu a Ordem dos Cavaleiros Templários. 

O GP com os Templários Lucas e Eustáquio 
Já na Alemanha e Itália, os cavaleiros foram mantidos em liberdade, contrariando a vontade do rei. 
A tragédia da Ordem do Templo não conseguiu destruir seus mistérios e nem os seus ensinamentos mais profundos. 
Desde então, a espada Templária continua desnuda até que se faça justiça, aguardando que o Papa, que já pediu desculpas pelas atrocidades cometidas pela Igreja no período da Inquisição, seja claro e específico reconhecendo o erro da Igreja cometido contra a Ordem e os Templários, pedindo desculpas pelos mesmos.

O atual Grão-Mestre da OSMTH-Porto é Dom Fernando de Souza Fontes o qual é reconhecido por diversas Ramas do Templo.
Santo Sepulcro - Jerusalém




Muro das Lamentações - Jerusalém

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

O Cavaleiro solitário

Pouco se sabe sobre os “Cavaleiros Solitários”, no entanto, eles vivem entre nós protegendo a humanidade, lutando pelos menos favorecidos, agindo em favor de um mundo melhor para se viver.
Desde o início da Ordem dos Cavaleiros Templários, em 1.118 eles existem e, mesmo antes, eles já estavam no mundo.
Diz-se que antes mesmo da vinda do Cristo eles já cavalgavam sobre a terra, sob a pessoa de Moisés, Aarão e outros. Alguns esotéricos que possuem informações que vem sendo repassadas pela via oral, através dos séculos e milênios, por alguns desses Cavaleiros, ou daqueles que tiveram contatos com eles, chegam a afirmar que eles vieram preparar a vinda do Messias e que João Batista, o percussor do Cristo e Patrono da Ordem Templária, também teria sido um deles.
Uma das formas de identifica-los é que eles carregam esse “título”, não por serem solitários, ou por viverem em algum lugar isolado do mundo e alheio a seus problemas, muito pelo contrário, vivem no mundo e muitos deles têm família e são aparentemente pessoas comuns.
Os Cavaleiros Solitários vivem revestidos de uma couraça que é fortalecida pela fé, pela coragem, pelo senso de justiça, pela honestidade, pela fidelidade a Deus, pelo desprendimento de doar a sua própria vida em favor das causas humanitárias, pela defesa dos pobres e oprimidos, pela luta contra os desmandos e as desigualdades sociais, políticas e religiosas. São capazes de arriscar tudo o que construíram em favor do bem comum.
Tais homens ou mulheres muitas vezes depois se tornam conhecidos, muitos pela força das armas como Joana D’arc e outros como São Francisco de Assis, Gandhi e Madre Tereza de Calcutá por exemplo pela ausência delas.
A luta de tais homens e mulheres nunca tem como fim a busca de reconhecimentos e glórias, o que muitas vezes acabam por vir, por via natural. Para eles, o importante é servir nas causas de Deus.
Muitos dos Cavaleiros Solitários tem impregnado em seu DNA o senso da luta. Às vezes nem eles sabem que são investidos de tais “armaduras”, pois, são impulsionados a lutar por causas que sejam justas.
Quando tais Cavaleiros se enveredam pelas linhas do esoterismo acabam, na maioria das vezes, descobrindo o que são e, se têm a possibilidade de adentrar nos Portais Iniciático da Ordem, podem mesmo chegar a descobrirem quem são, de onde vieram, por que vieram, qual é a sua missão e finalmente para onde vão.
Ao longo da vida muitos Cavaleiros Solitários costumam colher muitas cicatrizes tanto físicas como mentais e até mesmos espirituais. Seja como for, tais marcas não apagam às suas disposições de lutar em favor do que é justo e elevado.
Quando adentram em uma Ordem Esotérica tais Cavaleiros tornam-se grande Monges, visto que o Guerreiro que tanto atuou nos campos de batalha sabe que a maior de todas as lutas é a luta entre o bem e o mal, luta essa que existe desde que o mundo é mundo.
Grande parte dos Cavaleiros Solitários não sabem que são devidamente preparados e protegidos por Deus, no entanto, quando se tornam Iniciados, acabam por reconhecer tais fatos e passam a exercer a missão de organizar ou agrupar outros guerreiros do bem em uma única fileira em favor das causas de Deus.
Apesar da maioria deles carregarem sobre os seus ombros o manto do Monge, dentro de si continua pulsando o sangue do Guerreiro, que, independentemente de sua vontade, pode, em um determinado momento, sacar da espada e decepar a cabeça do adversário em favor das causas de Deus, como faziam os primeiros Templários.

Fr.+++ A.N.

domingo, 31 de julho de 2016

Para reflexão




Há muito questiona-se se Jesus teria sido casado ou não com Maria Madalena.
Se tivesse sido casado isso tiraria a grandeza de sua mensagem e o fato dele ser Filho de Deus?
Seu Amor e Sua mensagem vivem há mais de 2 mil anos.
http://tonocosmos.com.br/2015/10/26/jesus-foi-casado-e-teve-filhos-afirma-manuscrito/


segunda-feira, 25 de julho de 2016

Padre Márcio celebra na Ermida Templária de Santa Maria


O Padre Márcio Almeida do Prado, Pároco de Goiana, ao passar por Carangola, no dia 21 de julho, durante sua peregrinação pelo Caminho da Luz, o Caminho do Brasil celebrou uma Missa que contou com a participação de peregrinos do Caminho da Luz e Templários.
A Ermida, construída em estilo Medieval, faz parte do Complexo
Templário do Gran Priorato Templário do Brasil -  Cavalaria Espiritual São João Batista.
A celebração contou com a participação na leitura do Gran Prior, de Maria Aparecida Maia Dourado e do casal André Luiz Fontes Bessa e Marta Rodrigues Brito.

A Missa teve um forte conteúdo espiritual e ao final dos trabalhos litúrgicos o Gran Prior Albino Neves agradeceu ao Padre Márcio e lembrou que “não é o hábito que faz o sacerdote, mas o sacerdote que faz o hábito” e que a profundidade das reflexões apresentadas pelo Padre “tocou o coração de todos”.

















Padre peregrino celebra e participa da Missa da lavagem das mãos em Alto Caparaó



Ao concluírem suas peregrinações pelo Caminho da Luz, o Caminho do Brasil, dia 23 de julho, antes de subirem o Pico da Bandeira os peregrinos que participaram da Coletiva Oficial promovida pela ABRALUZ, foram recepcionados pela comunidade de Alto Caparaó, na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição onde o Padre peregrino Márcio Almeida do Prado,
Pároco de Goiana celebrou uma Missa de gratidão pela peregrinação.
Como acontece todos os anos no término da peregrinação oficial foi realizada a cerimônia da lavagem das mãos simbolizando o deixar para traz tudo que o peregrino não quer levar de volta para sua casa e sua vida.
O Templário Wanderson Braz foi
designado pelo Gran Priorato Templário do Brasil – Cavalaria espiritual São João Batista para a secagem das mãos.
No dia 24 os peregrinos subiram o Pico da Bandeira (2.892m), a Montanha sagrada do Brasil para agradecerem tudo que receberam ao longo do Caminho.

Cinco peregrinos deram depoimentos emocionados sobre suas peregrinações pelo Caminho da Luz e logo a seguir deu-se início à lavagem das mãos.














domingo, 26 de junho de 2016

Faleceu a mãe do Vice- Gran Prior Adaniel Barbosa

Faleceu no dia 25 de junho no Espírito Santo aos 81 anos D. Maria de Souza Barbosa, casada com o Sr. Oliveira José Barbosa e mãe de sete filhos, sendo o mais velho deles o Vice Gran Prior, do Gran Priorato Templário do Brasil – Cavalaria Espiritual São João Batista, Frater Adaniel Barbosa.
O sepultamento aconteceu hoje (26), às 10:30hs. no cemitério Jardim da Paz, Ponta da Fruta, Vila Velha, Espírito Santo.
Na noite de ontem (25) os trabalhos e orações na Assembleia ocorrida no Complexo Templário do GPTB-CESJB foi dedicada a D. Maria.
Os Cavaleiros e Damas Templários do Gran Priorato Templário do Brasil – Cavalaria Espiritual São João Batista rogam a Nosso Senhor Jesus Cristo que os Seus anjos de luz conduzam o espírito de D. Maria de Souza Barbosa as esferas elevadas do Senhor, ela que tanto trabalhou para aliviar a dor e o sofrimento dos mais necessitados sendo sempre um anjo do Senhor na Terra. Rogam também que Jesus Cristo cubra de paz e conforto o coração do Sr. Oliveira, do Frater Adaniel e de todos os descendentes, parentes e amigos de D. Maria.




sábado, 25 de junho de 2016

Festa de São João Batista foi marcada por encontro de familiares de Templários


A festa em homenagem à São João Batista, Patrono da Ordem Templária e do Gran Priorato Templário do Brasil – Cavalaria Espiritual São João Batista aconteceu na noite do dia 24 de junho, no Complexo Templário do Gran Priorato, sendo tudo preparado pelos membros da Ordem.

Antes do início das festividades públicas, cavaleiros e damas do Templo estiveram reunidos para receberem novos postulantes e também para realizarem o trabalho interno em homenagem ao Padroeiro.
Após a realização dos trabalhos internos, cavaleiros e damas
Templários devidamente paramentados e também aspirantes saíram do Templo portando a imagem do Padroeiro, estandartes da Ordem, escudos e espadas.
A fogueira foi acesa por três Irmãos e uma Irmã, a seguir foi lido um texto das Escrituras
Sagradas sobre a importância de São João Batista como percussor do Cristo e sobre sua vida.
Após a leitura do texto foi feita a Oração do Santo Padroeiro da Ordem e dados três vivas a São João Batista, a Ordem e a Nosso Senhor Jesus Cristo,
seguido de estouro de fogos de artifícios em honra ao homenageado.
Durante os festejos foram servidas comidas e bebidas típicas dá época.
As comemorações contaram com a presença de familiares dos membros do Gran Priorato Templário e convidados da região e dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo.